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Written by Tereza Ventura   
Sunday, 24 May 2009 09:53

Desaprender, sempre!

A propsito da desaprendizagem, no resisto a reproduzir um belo Post, publicado em 2007, no Blog do Citador. Texto do Alexandre O Neill

12820_0013h3arH uma altura em que, depois de se saber tudo, tem de se desaprender. Sucede assim com o escrever. Com o escrever do escritor, entenda-se. Eu, provavelmente poeta, estou a aprender a... desaprender. E para qu e como se desaprende? Para deixar de ronronar, para que o leitor, quando o nosso produto lhe chega s mos, no exclame, satisfeito ou enfastiado: - C est ele!. Na verdura dos seus anos, a preocupao do escritor parece ser a da originalidade. Ser-se original mostrar-se que se diferente. E as pessoas gostam das primeiras piruetas que um sujeito d. E o sujeito gosta de que as pessoas vejam nele um talento.

Ateno, vm a as receitas, as ideias feitas, os passes de mo, os clichs, os lugares selectos ou, mais comezinhamente, os lugares comuns. O escritor est instalado. Rev-se na sua obra. Comea a abalanar-se a voos mais altos, a mergulhos mais fundos. a intelectualidade que o chama ao seu seio, o pblico que o pe, vertical, nas suas prateleiras. Arrumado.

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