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Assumindo a definição canónica de Glossário, enquanto Dicionário em que se dá a explicação de palavras pouco conhecidas ou de sentido obscuro” ( cf. MACHADO, 1991), a presente página apresenta conjuntamente com a definição sucinta de cada vocábulo seleccionado, uma nota assinada pelo membro da equipa que o especifica na relação com os Conteúdos do Observatório.

O método de apropriação do vocábulo por parte do Observador é semelhante ao proporcionado pelo wikidicionário e assume-se no âmbito da política de abertura explícita nesta Ferramenta de Trabalho da Wikipédia. No caso do Observatório, a porta de entrada para propostas de ponderação do vocábulo ou da sua especificação na nota contextualizadora que o acompanha funda-se no princípio da aprendizagem interactiva que encontrará no subdomínio Fórum e nas suas regras de utilização a interface entre a proposta do Observatório e as dos seus Observadores, cabendo o acompanhamento e a ponderação do processo ao autor da Nota que o desencadeou, introduzindo e problematizando o resultado da interacção na Base de Conhecimento integrante do Observatório.



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E

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por Angela Dionísio - Monday, 14 July 2008, 13:46
 

A Economia baseado no Conhecimento emerge fundamentalmente de duas forças: o reforço da intensidade de conhecimento nas actividades económicas e a crescente globalização mercados. Num relatório de 2006 elaborado pela SPI[1], define-se Economia do Conhecimento como uma Economia em torno das pessoas que permite e estimula o desenvolvimento das suas capacidades de aprendizagem e de tomada de acção. Jacques (2000)[2] define Economias do Conhecimento como “entidades sociopolíticas cujo factor económico mais crítico está relacionado com o Conhecimento em vez da terra, trabalho ou capital”.



[1] SPI (2006), A evolução em Portugal para uma Economia do Conhecimento: os impactos no emprego, ensino e formação.

[2] JACQUES, R. (2000), Theorizing knowledge as work: The need for a “Knowledge theory of value”, pp. 199-215 in Managing Knowledge: Critical Investigations of Work and Learning, Ed. By Prichard, C. et al., New York

 
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por Tereza Ventura - Sunday, 28 June 2009, 16:24
 

Padrão coerente de acção que intervem, de forma consciente, na evolução permanente da organização, destinado à criação de situações onde possam ser criadas e sustentadas rendas económicas relativamente aos recursos utilizados, conseguidas através de uma definição da posição competitiva da organização, de decisões relativamente à escolha de opções e da criação de interligações entre actividades. MAGALHÃES, R. (2005-2)

 
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por Tereza Ventura - Sunday, 28 June 2009, 16:15
 

constructo abstracto de natureza conjuntista [1] Em geral representa-se por E = {D, Ri, fj, ak} onde D é o domínio da estrutura, R e f são relações e funções em D e a são elementos de D.


[1] Admite-se como base fundamental a teoria de Conjuntos ZFC ( Zermelo-Fraenkel com o axioma de escolha) sendo esta fundamento bastante para o tipo de modelos a construir.

 
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por Tereza Ventura - Sunday, 28 June 2009, 16:18
 

dado o universo U diz-se que S=(C,R) é um Sistema em U se

1. C é uma classe de subconjuntos de U

2. R é uma classe de relações definidas entre C e U

3. Está definida uma relação invariante F entre S e A, sendo A o Meio Ambiente de S, isto é, o complemento para o universo U da união de todas as componentes C e sendo F a Finalidade de S.

Chamam-se Componentes de S os subconjuntos c pertencentes a C. Chamam-se Relações de S as relações r pertencentes a R.

Note-se que uma relação é invariante se as regras de formação de correspondências se mantêm. Assim, a definição de finalidade correspondente a “manter-se vivo” – que relaciona o par (Ser Vivo, Ambiente) - não exige que todas os componentes, por exemplo todas as células, se mantenham vivas mas sim que a resultante morte-manutenção-reposição tenha uma resultante de balanço global invariante, no sentido de não morto, o que levaria a diversificados modelos sistémicos consoante o nível descritivo/explicativo pretendido mas em que a finalidade global, invariante, certamente seria a resultante de miríades de relações - reforçadoras, antagónicas, complementares… - não invariantes.